sexta-feira, 4 de abril de 2008

Manhêêêê quero ser Marissa Cooper!

    Ou Serena van der Woodsen, Blair Waldorf, Rory Gilmore, Summer Roberts... E até Sam e Dean Winchester. Queremos simplesmente ter outra vida, uma vida com padrões de comportamento, beleza, relacionamento e valores (e classe social) diferentes dos que vivemos normalmente. Quem não gostaria de morar no Upper East Side, gastar fortunas em roupas e estudar em escolas com uniformes lindos, como as meninas de Gossip Girl? Ou quem sabe ter um Chevy Impalla 1967 e rodar o país caçando demônios (ou outras coisas sobrenaturais e extremamente divertidas)? Eu ficaria feliz de ter só o carro!
    Sabemos que seriados, filmes, músicas, os próprios músicos, a internet e os livros influenciam nosso modo de vida, porque temos a necessidade de criar e seguir um molde. Assim como seguimos passos dos nossos pais, não é mesmo? O jovem, ou melhor, o ser humano em si, precisa de uma base, um exemplo, para se desenvolver e isso é até bom. Mas existem limites. Não podemos achar que nossas vidas só serão boas no dia em que moramos
em Orange County, quando formos magras como a Lindsay Lohan. Aliás, muitas meninas devem seus distúrbios alimentares à mídia que padroniza a beleza. Magérrima é sinômino de perfeita. Artistas são magras porque tem personal treiners, acompanhamentos médicos de nutricionistas e, muitas vezes, distúrbios alimentares como os das jovens que tentam imitá-las.
    "É óbvio que tudo influencia, mesmo que digam que só as pessoas de 'cabeça fraca' são influenciadas. Todo mundo tem que se adaptar as influências, tudo tem limite. Tem gente que faz absurdos para chegar na beleza padrão" diz Fernanda Rique, 15.
    Sempre vamos nos comparar àquelas atrizes, como Mischa Barton e Rachel Bilson, só não podemos confundir as coisas. Se quiser ser uma Serena, ou uma Blair, vá em frente! Mas tenham em mente que Gossip Girl é ficção, e não é bem assim que as coisas funcionam na vida real. Devemos estabelecer limites quanto a nossa personalidade, pois estamos passando por uma fase em que qualquer coisa pode fazer diferença em nossas vidas.
    Você pode, sim, continuar imaginando como seria sua vida no Upper East Side, porém só imaginando. Ser outra pessoa às vezes é bom né? Mas nunca, nunca mesmo, deixe de ser você mesma. Pois você não precisa de uma conta bancária absurdamente cheia para ser bonita e se amar.


Obrigada aos nossos projetos revolucionários de Blair Waldorf que expressaram suas primeiras idéias. Graças a vocês estamos a um passo a frente de dominar o mundo com a nossa revolução do amor sem sentido. E para aquelas (ou aqueles) que ainda vivem na fantasia de suas séries prediletas e ainda não se alistaram no exército dos revolucionários, deixem sua vergonha de lado e façam as honras de clicar em 'comentários' e deixarem suas opiniões importantíssimas para o progresso desse movimento.

Beijos, queijos, abraços e mordidas nos narizes de todos.
Ciao!

Revolucionários: Thaís e Juliana.

8 comentários:

Anônimo disse...

Cara... comentário PROFISSIONAL aqui. O texto de fato está muito bom; foi muito bem construído e estruturado mesmo apesar de eu não conhecer 20% dos seres humanos citados aí. =P

Bom, sejá lá quem tiver escrito o texto junto com a Thaís, meus parabéns [não se empolgue], os parabéns foram pela organização do texto; achei erros gramaticais e de pontuação. [deixa de 'gayzisse'] acheeei mesmo!

Mas é isso aí; não se deixe influenciar; também sou a favor da individualidade de cada um.

Abraços...

Bruno S.

Anônimo disse...

aaadoreei a matéria..
e é um assunto mto³ em comum entre os jovens de hoje em dia, e nao só das meninas, como dos meninos.. qe fazem de tudo para ter aquele corpo qe aquele artiista tem e qe eles acham o maximo para sair pegando garotas por ae..
acheeei um tema super interessante
parabéns meninas :D

Anônimo disse...

Preciso dizer q ficou otemo³³?!
Meu, concordo absolutamente com tudo q vcs disseram! o/
Eu jah tive akela fase (axo q todo mundo tem isso) de kerer ser q nem esse povo da TV ou das revistas...mas no final tudo ñ passa de um estereótipo ou um padrao falso de vida ou beleza q eles tentam impor e soh kem sofre somos nos, pobres mortais q sonham em um dia alcançar alguma dessas metas. Meu, realmente seria legal morar em Upper East Side, ter mto dinheiro e ter akelas roupas fabulosas³ *-* alem dakele corpicho totalmente em forma, mas eu ñ deixaria msm de ser eu msm por isso.

;]
;**
Mary

Klivya L. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Klivya L. disse...

Fiicou muitoo bom mesmo!
Dá até pra ser matéria de revista adolescente! :)
muito interessante sobre o que vocês falaram ai.. achei bem importante que eh bom só sonhar em ser um Serena ou uma Blair da vida.. mas não ser elas... até porque sinceramente eu não gostaria de ser elas! Elas podem ter tudo que eu quero (mais ou menos), mas elas bebem e talz, e eu realmente não gostaria de ser igual a elas, em algumas partes!
muito bom mesmo, parabéns!

Anônimo disse...

Gostei do tema tratado. :)
Um tema que sim, infelizmente, atige maioria dos jovens.Midia impondo padr�o de beleza, acho que sempre vai rolar isso, infelizmente.
E gostei desse trecho: "Mas nunca, nunca mesmo, deixe de ser voc� mesma. Pois voc� n�o precisa de uma conta banc�ria absurdamente cheia para ser bonita e se amar."
Concordo com vcs!
Pena que tem alguns jovens que n�o pensam assim.
Cortando o bagulho da conta bancaria em diante, o outro peda�o, � a pura verdade, e ele cabe em outras situa�es de nosso cotidiano.

To gostando de ver.
Continuem assim e se possivel melhorando cada vez mais. ;)
Boa sorte! :)

E. disse...

Sinceramente, esses seriados sempre mexeram com a minha cabeça. Não de um jeito obcecado, nem nada, mas que no fundo dá aquela vontade de ter aquela vidinha perfeita, em que todos os seus problemas vão embora no final do episódio, ah isso dá.
Mas acho que a minha fase de ficar suuuuper encanada com aparência passou. Antes eram quilos de delineador, sutiãos de enchimento, nunca usava biquini em publico (ok, isso permanece até hoje, mas é mais por timidez mesmo). Hoje é mais de boa, e até engraçado olhar como a gente tinha a cabeça mais "manipulável" anos atrás.
Mas é claro que se eles mostrassem as coisas de uma forma menos "perfeita" influenciariam muito mais pessoas num sentido positivo. Mas a mídia vai ser sempre focada no que vende - e o que vende é essa imagem de que você deve consumir o máximo possível, que ter dinheiro e ser manequim de funerária é ser feliz.

Beijos.

Anônimo disse...

Ótimo texto mas é impossivel não se deixar infuenciar pela Marissa! Ou pela Blair,mas principalmente pela marissa,ela é meio perdida na vida,mas é demais(e quando ela começa a se achar,ela morre..mas isso não vem ao caso.
Bom pra qm consegue pensar assim,eu continuo(infelismente),com o meu objetivo de vida ser uma mistura de Marissa com Lindsay(Lohan) e com Blair.
!!!!!!!!